
Histórias originais
Padrões que apontam para a casa
⏱ 3–6 Minha
Nesta manhã, Nida segurou a mão da vovó Oon ao entrar na feira. “Vamos brincar de observar?”, perguntou a vovó. “Que cor está escondida na feira?” Nida arregalou os olhos. “Procurar, procurar, procurar!” A vovó sorriu. “Olhe a cor, a forma e o padrão—podemos encontrar as coisas de muitos jeitos.”
A vovó apontou para a primeira bandeja. “O que é redondo e liso, com um cabinho em forma de estrela?” Nida também apontou. “Um tomate!” Que cor estava escondida ali? “Vermelho!” Redondo, liso, vermelho—uma cor encontrada.
Depois vieram frutas curvas como sorrisos, com pintinhas na casca. “Bananas!”, Nida riu. Que cor estava escondida ali? “Amarelo!” Curvas, pintadinhas, amarelas—outra cor encontrada.
Na bandeja seguinte, havia coisas compridas em uma fileira, com pequenas saliências na casca. “Pepinos!”, respondeu Nida. Que cor estava escondida ali? “Verde!” Compridos, rugosinhos, verdes—outra cor encontrada.
Antes de irem embora, Nida viu formas de gota, com cabinhos de estrela e casca brilhante. “Berinjelas—roxas!”, ela exclamou. Então perguntou à vovó: “Que cor está escondida na feira?” A vovó abriu as mãos. “Há coisas redondas, curvas e compridas—usamos cor, forma, padrão e textura para encontrar todas elas!”
Podemos observar as coisas pela cor, forma, padrão e textura, sem depender apenas da cor.
Nida e a vovó Oon brincam de procurar cores na feira pela manhã. Ao observar tomates, bananas, pepinos e berinjelas pela cor, forma, padrão e textura, elas descobrem que há mais de uma maneira de encontrar uma coisa.
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