
Clássicos do Mundo
Momotaro, o menino de pesca
⏱ 3–6 Minha
No início da primavera, o avô plantou uma semente de nabo ao lado da casa. Ele a regou, a avó soltou o solo, e a neta puxou a erva daninha. Suas folhas verdes cresceram todos os dias. Ao tempo da colheita, a raiz púrpura e branca era tão enorme que a terra subiu em um monte ao redor dela.
O avô agarrou as folhas e puxou- o- o! O nabo não se moveu. A vovó manteve o avô ao redor da cintura. Eles balançaram para a esquerda, balançavam para a direita e pôs- o juntos – o céu! Um pequeno crack apareceu no solo, mas a raiz gigante permaneceu colocada.
Sua neta se apressou e segurou a avó. Zhuchka, o cão, pegou a borda do avental da menina. Todos contaram, . Um, dois, três — o céu! . Folhas tremeram e poeira inchado, mas o nabo só inclinava um pouco.
Mashka, o gato, juntou- se ao final, mas isso ainda não foi suficiente. Um rato pequeno olhou pela cerca. . ♫Posso ajudar? . Ninguém riu. A menina ascendeu, e o rato segurava a cauda do gato. Todos respiraram e ouviram o mesmo ritmo.
. Um, dois, três — o céu! . Pop! O nabo veio livre, e todos caíram rindo sobre a grama. Naquela noite, fizeram um grande pote de sopa e o compartilharam com seus vizinhos. O avô entregou a colher menor ao Mouse. . Sua ajuda não foi pequena para nossa equipe. ♫
O grande trabalho torna- se possível quando todos contribuem, e a menor ajuda pode ser a peça que uma equipe ainda precisa.
Um nabo cresce muito grande para que qualquer um possa se arrastar sozinho, por isso uma família e seus vizinhos animais menores devem encontrar um ritmo compartilhado.
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